A revolução e o negro. Textos dos trostskismo sobre a Questão Negra Ver maior

A revolução e o negro

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Título: A revolução e o negro. Textos dos trostskismo sobre a Questão Negra

Autores: CLR James, Leon Trotski e George Breitman

Páginas: 108

ISBN: 978-85-61474-22-5

Edições ISKRA

São Paulo

Ano: 2015

1ª Edição

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R$ 20,00 s/ imposto

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Com exceção de um texto, de Trotski, os demais são pouco conhecidos na esquerda brasileira e inéditos em português. O texto de Trotski é “Sobre as teses sul-africanas”, no qual o dirigente da Revolução da Russa, da Oposição de Esquerda e da IV Internacional relaciona a luta contra a exploração imperialista britânica à resolução de questões democráticas, como acesso à terra e à própria revolução socialista. Além de Trotski, compõem o livro CLR James e George Breitman. James, autor do clássico “Jacobinos Negros”, assina o “A revolução e o negro”, no qual trata da participação e agência dos negros nas revoluções burguesas, como a Francesa, assim como o papel dos negros na guerra civil norte-americana. Outro artigo fundamental de James é “O imperialismo na África”, no qual analisa os efeitos da colonização imperialista na África sob a perspectiva marxista. Este texto ressalta como o marxismo é uma ferramenta fundamental para compreender a situação no continente africano. O terceiro artigo de James é “Porque os negros devem se opor à guerra”, no qual resgata a experiência dos negros em relação à I Guerra Mundial e desenvolve argumentos para que os negros se oponham à participação dos Estados Unidos na II Guerra Mundial e aproveitem a oportunidade para fortalecer as trincheiras da luta contra o inimigo doméstico, a burguesia imperialista norte-americana. George Breitman, em seu “Quando surgiu o preconceito contra o negro”, trata de demonstrar que o preconceito racial contra o negro é um fenômeno tipicamente capitalista, que surge a partir das necessidades do comércio de escravos. Uma premissa fundamental para a luta contra o racismo.

 

Como está no prefácio “Este livro, organizado tendo em mente negras e negros, deve ser lido e debatido por todos os que sentem ou entendem que o racismo é uma das mais perversas características do capitalismo. Assim, este é um livro militante. Ficaremos felizes e satisfeitos se, alguma maneira, servir à luta contra a opressão ao povo negro e para a libertação do conjunto da classe trabalhadora”.