Modernidade e a estética do credo vermelho – Sobre o conceito de arte revolucionária do Brasil (1930-1949) Ver maior

Modernidade e a estética do credo vermelho

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Título: Modernidade e a estética do credo vermelho – Sobre o conceito de arte revolucionária do Brasil (1930-1949)

Autor: Afonso Machado

Prefácio: Iuri Tonelo

Orelha: Thyago Marão Villela

Páginas: 231

ISBN: 978-85-61474-25-6

Edições ISKRA

São Paulo

Ano: 2016

1ª Edição

Coleção Armas da Crítica

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R$ 25,00 s/ imposto

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Modernidade e a Estética do Credo Vermelho” é um livro pioneiro no debate estético da esquerda brasileira. Ele expõe os momentos fundamentais do que hoje poderíamos chamar do debate sobre o conceito de arte revolucionária no Brasil, que animou os círculos modernistas e dos intelectuais de esquerda entre os anos de 1930 e 1949.

A partir de uma rigorosa análise histórica, Afonso Machado investiga os posicionamentos de artistas e militantes como Mário Pedrosa, Oswald de Andrade, Patrícia Galvão e outras figuras cruciais neste debate, iminentemente político, que dizia respeito à liberdade da criação artística, ao dilema sobre a formulação de uma arte nacional ou internacionalista, à necessidade política da experimentação estética e ao desejo da revolução social. Tais questões inscreviam-se, como o autor enfatiza, no quadro histórico do varguismo, dos conflitos imperialistas e do avanço do stalinismo.

A “arte revolucionária”, no caso, era um conceito em disputa e suas tentativas de definição participaram também dos confrontos entre projetos sociais distintos, emancipatórios ou conservadores. Será que a atualidade desta disputa não traria à tona, novamente, a necessidade do debate sobre o campo estético?

Thyago Villela - Mestre em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de São Paulo

 *

Afonso Machado é historiador e militante da cultura. Além de pesquisar as relações entre arte e política no mundo contemporâneo, trabalha como professor de História nos Ensinos Médio e Fundamental II das redes estadual e particular de Ensino, e como articulista em periódicos da imprensa independente. Cofundador do Boletim Lanterna - blog de Arte Revolucionária - e colunista do jornal Esquerda Diário, atua apaixonadamente pela necessidade do debate estético  no campo da teoria marxista.